Qual é o Futuro da TV no Brasil?

Segundo Julio Cargnino, Presidente do Canal Rural, o caminho será um ambiente multiplataforma e em transformação

A TV no Brasil evolui rapidamente, adaptando-se a múltiplas telas e plataformas. Longe de seu fim, ela se reinventa, integrando antenas parabólicas em Banda KU, TV Conectada e a futura TV 3.0.

Desde 2022, mais de 15 milhões de antenas KU foram instaladas, oferecendo 70+ canais gratuitos com qualidade digital, enquanto a Sky prevê 1 milhão de instalações este ano. A TVRO expande o acesso, especialmente no interior, onde a conectividade é limitada.

A TV Conectada, com 39 milhões de aparelhos conectados (liderados por Samsung e LG), cria um ecossistema híbrido para conteúdo e publicidade, com inteligência de dados antes restrita ao digital. A ausência de medição unificada de audiência ainda limita investimentos, mas o Brasil segue o caminho dos EUA, onde canais FAST atraem anunciantes com métricas confiáveis.

A TV 3.0, já em testes, promete revolucionar a experiência do espectador, embora custos restrinjam sua expansão em cidades menores, destacando a relevância das plataformas satelitais e conectadas para democratizar o acesso.

A queda da PayTV tradicional reflete mudanças na distribuição, não no interesse por conteúdo linear. A TV se consolida como fluida, mensurável e estratégica, combinando alcance, segmentação e dados. O futuro é uma TV mais personalizada e poderosa, essencial para marcas e conteúdos relevantes.

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